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quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Aspectos Culturais da Suiça



Português é a única língua oficial de Angola. Para além de numerosos dialectos, Angola possui mais de vinte línguas nacionais. A língua com mais falantes em Angola, depois do português, é o umbundo, falado na região centro-sul de Angola e em muitos meios urbanos. É língua materna de 26% dos angolano. O quimbundo (ou kimbundu) é a terceira língua nacional mais falada (20%), com incidência particular na zona centro-norte, no eixo Luanda-Malanje e no Kwanza-Sul. É uma língua com grande relevância, por ser a língua da capital e do antigo reino dos N'gola. Foi esta língua que deu muitos vocábulos à língua portuguesa e vice-versa. O quicongo (ou kikongo) falado no norte, (Uíge e Zaire) tem diversos dialectos. Era a língua do antigo Reino do Congo. Ainda nesta região, na província de Cabinda, fala-se o fiote ou ibinda. O chocué (ou tchokwe) é a língua do leste, por excelência. Têm-se sobreposto a outras da zona leste e é, sem dúvida, a que teve maior expansão pelo território da actual Angola. Desde a Lunda Norte ao Cuando Cubango. Cuanhama (kwanyama ou oxikwnyama), nhaneca (ou nyaneca) e mbunda são outras línguas de origem bantu faladas em Angola. No sul de Angola são ainda faladas outras línguas do grupo khoisan, faladas pelos san, também chamados bosquímanos.
Embora as
línguas nacionais sejam as línguas maternas da maioria da população, o português é a primeira língua de 30% da população angolana[carece de fontes?] — proporção que se apresenta muito superior na capital do país—, enquanto 60% dos angolanos afirmam usá-la como primeira ou segunda língua[carece de fontes
?].

Dança
Em Angola, a dança distingue diversos géneros, significados, formas e contextos, equilibrando a vertente recreativa com a sua condição de veículo de comunicação religiosa, curativa, ritual e mesmo de intervenção social. Não se restringindo ao âmbito tradicional e popular, manifesta-se igualmente através de linguagens académicas e contemporâneas. A presença constante da dança no quotidiano, é produto de um contexto cultural apelativo para a interiorização de estruturas rítmicas desde cedo. Iniciando-se pelo estreito contacto da criança com os movimentos da mãe (às costas da qual é transportada), esta ligação é fortalecida através da participação dos jovens nas diferentes celebrações sociais (Os jovens são os que mais se envolvem), onde a dança se revela determinante enquanto factor de integração e preservação da identidade e do sentimento comunitário.
Depois de vários séculos de colonização portuguesa, Angola acabou por também sofrer misturas com outras culturas actualmente presentes no
Brasil, Moçambique e Cabo Verde. Com isto, Angola hoje destaca-se pelos mais diversos estilos musicais, tendo como principais: o Semba, o Kuduro e a Kizomba.

Aspectos Culturais da Suiça




Os suíços adoram atividades ao ar livre, conhecem muito bem as flores e os tipos de animais. As montanhas e os vales suíços são muito bem preservados ecologicamente e são lugares muito limpos. Os suíços não jogam lixo no chão e reciclam quase todo lixo que fazem. O barulho, um tipo de poluição que tem aumentado muito nas grandes cidades em todo o mundo, é uma preocupação dos suíços, pois em diversas cidades e vilas o nível sonoro é controlado por sonómetros estrategicamente colocados em postes e outros suportes. Normalmente esse barulho é medido por decibel (dB), onde o registo máximo que se pode registar numa cidade é de 97.5dB (medida que está sujeita a alterações). Com estas medidas a Suíça destaca-se de muitos países desenvolvidos por ser silenciosa, mas as pessoas em geral não têm medo das multas, pois não são as multas que fazem com que as pessoas façam o silencio e respeitem o espaço, mas sim da própria educação que tiveram da sua família. Estas medidas rigorosas estão longe de fazer desaparecerem as crianças gritando e brincando, as pessoas conversando, antes pelo contrário.
A bicicleta é também um dos meios de transporte mais usados no país. Quase todas as cidades possuem ciclovias e estradas feitas exclusivamente para bicicleta. O carro também é muito usado, mas a preferência nacional é o transporte público, feito por ônibus e/ou bondes para curtas distâncias e por trem para distâncias entre cidades. O trem, aliás, é o transporte mais comum em toda a Europa para ligar uma cidade a outra.
A culinária típica é baseada em queijo, chocolate e pão. Quase toda a população come salada e vegetais regularmente, tudo para uma alimentação saudável. Carne, tirando linguiça, não é muito consumida devido aos altos preços. Fondue, raclette (batata e queijo) Bratwurst (linguiça de frango com pão) são os principais alimentos típicos. Todos os produtos derivados de leite (queijo, iogurte, chocolate, sorvete...) na Suíça são muito saborosos e apreciados.
Os suíços também amam esportes. Praticam desde esportes de inverno (esqui, snowboard, etc.), esportes comuns (futebol, basquete, vôlei...) até esportes estranhos aos brasileiros (hockey, golf...). A população também é adepta de caminhadas nas montanhas e natação no verão.
Devido à grande quantidade de imigrantes no país, estrangeiros não são novidade e são tratados como qualquer pessoa. Grande parte da população é bilíngüe (alemão e francês), uma minoria é trilíngüe (alemão, francês e italiano) e muitos são poliglotas (alemão, francês, inglês, italiano, espanhol e português).
Dentro de casa a vida dos suíços é igual a de todos os países desenvolvidos. Tirar o sapato ao entrar dentro de casa, televisão assistida em família, cada um arruma seu quarto e tem suas tarefas distribuídas dentro de casa. O alto custo de vida no país proporciona muita modernidade e tecnologia até para os mais humildes, mas também impede que todos tenham funcionários domésticos. A refeição mais importante é sempre o jantar (normalmente saladas, verduras, massa ou batata).
Fiéis aos direitos humanos, dificilmente alguém irá passar necessidades na Suíça, mas também deve saber que estará sempre sendo cobrado para cumprir as obrigações do ser humano (cuidar da natureza, trabalhar, ajudar ao próximo).
Famosa pelos seus queijos, bancos, relógios e chocolates, a Suíça tem uma versão gastronômica específica em cada uma das suas regiões (ou cantões), que revelam, à mesa, marcantes influências dos países vizinhos (França, Alemanha, Áustria e Itália) Tão rica quanto desconhecida, a culinária suíça confunde-se na nossa imaginação. Seria ela mais francesa ou mais alemã? Na verdade, ela é única, sendo múltipla, inconfundível, como o país que a criou. Com influências latina (da Itália), germânica (aliás, a maior parte já que ocupa 65% da área do País) e francesa, a culinária suíça é um rico mosaico gastronômico. Alguns pratos, no entanto, são adotados em todas as regiões. Bons exemplos disso são as fondues e raclettes, incomparáveis, sobretudo no inverno. No verão, são encontradas apenas nos restaurantes específicos para turistas. A fondue é preparada de várias formas, sendo que a moitié-moitié (partes iguais dos queijos Gruyère e Vacherin) é a mais popular. A tradução literal de fondue é “derretida” e uma das mais famosas, a Bourguignonne, feita com carne frita em óleo e acompanhada de vários molhos, não tem nada de fondue, mas recebe esse nome porque envolve o mesmo ritual dos comensais em volta de um caquelon (panela para fondue). A raclette, outra iguaria típica agora também globalizada, é o nome do queijo fundido que, na raclonette (aparelho específico onde o queijo é derretido), adquire maior cremosidade pela ação do calor e acompanha batatas cozidas com casca e pepinos em conserva. As frutas suíças unem, do ponto de vista gastronômico, todo o país. Seja qual for a região, morangos, framboesas, amoras e mirtilos são a base de saborosas tortas. E os morangos a la Dôle (marinados no vinho Dôle) são uma marca registrada da Suíça. Para esta receita, é usado Dôle tinto e seco, parceiro perfeito dos morangos.